set 05

Aluna do Colégio Igléa, recebe premiação da OBMEP

A aluna Susan Yukari Matubara, da terceira série Galileu Galileu, recebeu recentemente medalha e certificado referente a sua ótima colocação na 12ª Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas. O Colégio Igléa parabeniza a aluna e comunica que as provas da segunda fase acontecerá no dia 10 de Setembro.

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jul 22

Colégio Igléa é destaque nacional na luta contra o preconceito e bullying

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Não é de hoje que nosso Colégio luta contra o preconceito e estimula práticas educacionais inclusivas tendo como objetivo principal o respeito à diversidade. Este ano, a professora Ana Floripes Berbert Gentilin foi a vencedora do Prêmio Nacional Paratodos de Inclusão Escolar, com o projeto Identidade vs Preconceito. Ela representou nossa comunidade escolar.

As atividades do projeto começaram a ser desenvolvidas há quatro anos.  Foi quando, nosso colégio recebia novos estudantes com diagnósticos de síndrome de Down, Transtorno de Conduta e Transtorno do Espectro Autista. Neste momento, a professora Ana Floripes, juntamente com as Equipes Pedagógica e Diretiva começaram a discutir formas diferenciadas de organizar o trabalho pedagógico para contemplar as necessidades educacionais apresentadas por nossos estudantes.  A preocupação inicial foi apresentar estratégias diferenciadas para inclui-los no ambiente escolar e, maiormente, nas práticas pedagógicas.  Pois bem, conseguimos! Algumas estratégias, de imediato, ocorreram, tais como: redução de alunos na turma, agendamento de dias específicos para capacitação aos pais, estudantes e profissionais da educação do colégio, com o tema diversidade, acompanhamento do professor para auxiliar no desenvolvimento dos estudantes em questão e na orientação aos professores quanto à flexibilização curricular em sala de aula, etc.

Pois bem, deu tão certo que nosso colégio virou referência municipal, pois lutou incansavelmente para que houvesse na cidade, a equipe multiprofissional da área da saúde para atender estudantes que apresentam Transtornos Mentais, bem como para que o trabalho em Rede, de fato acontecesse. Neste ano, houve a implantação do Centro de Atenção Psicossocial a Crianças e Adolescentes. E agora, porque não dizer, referência nacional. Sentimos felicidade ao sabermos que nosso trabalho serve de espelho para diversas escolas de nosso país. Assim, podemos contribuir com o processo educacional. Há muitos estudantes que podem estar passando por delicados problemas referentes ao preconceito e pretendemos que tenham oportunidade de ser inclusos em seus contextos escolares.

Foi com este propósito que a professora Ana Floripes participou do Prêmio Paratodos de Inclusão Escolar. As atividades foram desenvolvidas dentro e fora dos muros de nosso colégio. Confira clicando aqui a divulgação do resultado direto do site do ParaTodos.

Crianças são como borboletas ao vento… algumas voam rápido… algumas voam pausadamente… mas todas voam do seu melhor jeito. Cada uma é diferente, cada uma é linda e cada uma é especial. (Autoria Desconhecida)

No dia 13 de Junho, a professora Ana Floripes foi convidada pela Câmara Municipal de Cianorte para falar sobre seus estudos e as atividades desenvolvidas na instituição escolar, para os vereadores e população que acompanharia a sessão na data citada. Na oportunidade, estudantes de nosso colégio fizeram apresentação musical, além é claro, da participação de alguns dos estudantes que serviram de inspiração para que a professora desenvolvesse o projeto. Abaixo, conferira a galeria de imagens deste evento. Repare no sorriso de felicidade de Maria Clara, que tem a síndrome de Down e na satisfação do Bruno Henrique Muniz Barbosa, com diagnóstico de TEA. É com este sorriso lindo, que ela vem todos os dias de manhã frequentar as aulas em nosso colégio.

Diversidade é tema destacado em sessão da Câmara

As apresentações não param por aí, no dia 03 de Julho, a professora participou da Reunião da Academia de Letras de Maringá, onde teve a oportunidade de apresentar um pouquinho do Projeto Identidade vs Preconceito.  Recebemos um exemplar do livro Lixo! Aqui não! As aventuras de Nestor, da escritora Maria Cristina Vieira.  Um belo livro!. E também, uma sublime poesia do poeta Roberth Fabris:

Um tempo de sonhar

Um tempo de sonhar Um tempo de sonhar e acreditar

Um tempo de retornar para o seu lar

Um tempo de navegar por entre as nuvens

Um tempo de colher as rosas do jardim a chorar

Um garoto com cabelos cor de ouro Um cachecol vermelho que voa em todo lugar

Uma raposa amiga que se esconde nas árvores para sonhar

Um aviador que quer novamente a sua nave de sonhos poder voar

Um tempo de infância sem guerra pra assustar Um tempo de viagem lunáticas que nos fazem o mundo conquistar

Um tempo de desenhar caixas de esperança para novamente viajar

Um tempo de ser criança e entregar uma rosa amiga para um baobá que é oráculo do verdadeiro conquistar.

Agradecimentos à Academia de Letras de Maringá e, em especial, à Darcy Berbert de Andrade, Maria Cristina Vieira, Roberth Fabris e Jeanette De Cnop.

Tapete de flores

Na época da primavera acontecem coisas extraordinárias na natureza e, em especial, no nosso colégio temos a nossa disposição o “tapete de flores” de sibipiruna. Para muitos, isso é considerado sujeira, bagunça e outros nem notam. É algo espetacular! Na verdade a vida é cheia de coisas bonitas, mas, infelizmente, muitos não se dão conta e nem sequer olham. Dizem que não têm tempo. É isso que não entendo. Penso que, se observarmos o lugar em que vivemos com outro olhar, iremos perceber uma grande diversidade. Ou seja, as belas e pequenas coisas sempre estiveram ali e a maioria das pessoas continua passando e não observando. A impressão que tenho é que não prestam atenção. Essa diferença não se limita apenas às aparências ambientais, mas, principalmente, à diversidade de pessoas. O bom é saber que com o passar do tempo elas adquirem conhecimento e mudam algo imprescindível para o desenvolvimento do ser humano: o pensamento. Assim aprendemos que a mudança de olhar faz toda a diferença neste mundo.

Autora: Izabela Renata Biazon, 13 anos. Ano letivo de 2014.

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Poesia dedicada à Maria Clara Morezzi da Silva, em homenagem ao Dia Internacional da síndrome de Down, 21/03.

A Lua

Pessoas são como estrelas e as consideradas especiais por terem deficiência são como a lua. O céu é como o mundo. Se as estrelas não quiserem aparecer para ajudar a lua, ela se sentirá sozinha e ficará com medo, pois a noite vai se tornando cada vez mais escura e densa. Desta forma, ela vai ficando cada vez mais fraca e sem brilho. Mas se as estrelas aparecerem e ajudá-la, a noite se tornará cada vez mais CLARA, porque mesmo que o brilho das estrelas seja de pouca intensidade e como são muitas, o brilho será maior que a própria noite. Assim, a lua brilhará, mostrando a TODOS que com apoio conquistará seus sonhos e superará suas próprias expectativas para que um dia, possa também ajudar e, de fato, fazer parte do verdadeiro mundo em que vivemos.

Autora: Izabeli Renata Biazon, 13 anos. Ano letivo de 2014.

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Autora dos desenhos: Maria Julia Fagundes da Silva, 12 anos. Ano letivo de 2014.

O nosso Colégio foi convidado para apresentar o Projeto Identidade vs Preconceito nos Rotarys. No dia 31/08/2016 a professora Ana Floripes e estudantes da turma do 2º Ano, Lavoisier estiveram no Rotary Clube Cianorte Furquim de Castro e 07/10/2016 no Rotary Clube Cianorte Cinturão Verde. Uma experiência muito gratificante!

Houve várias matérias divulgando o reconhecimento de nosso trabalho. Ficamos felizes! Seguem alguns links com informações que nos deixaram orgulhosos.

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Um dos principais objetivos do projeto “Identidade vs Preconceito”, realizado pela professora Ana Floripes Berbert Gentilin e demais profissionais da Educação do Colégio Estadual Igléa Grollmann, foi o preparo de algumas turmas, que receberiam alunos novos, com necessidades especiais. Houve destaque de uma turma de 9° ano, que já continha uma garota com transtornos mentais. Várias atividades diferenciadas, avaliativas e extracurriculares foram realizadas com essa turma, a fim de fazer com que os demais alunos aprendessem a compreender e a respeitar a situação da tal garota e assim fossem capacitados, preparados para receber uma aluna com Síndrome de Down. Outras turmas também receberam alunos com transtorno do espectro autista, no turno vespertino. Com a chegada da professora de educação especial na escola, a conduta da garota com transtornos mentais melhorou muito, assim como o seu convívio com o restante da turma. Porém, devido à falta de atendimento adequado, ela teve um surto em sala de aula. Se não fosse a presença da tal professora, algo grave poderia ter acontecido. No momento do surto, os demais alunos permaneceram nos lugares e não houve tumulto, pois dias antes já havia sinais de que isso poderia ocorrer. Nada disso teria acontecido, se a garota tivesse sido atendida e acompanhada pela área da saúde, desde a infância. Como ela não teve essa oportunidade, o quadro da doença agravou e a deixou sem condições de voltar à escola, consequentemente, ela não se formará juntamente com os antigos colegas de classe. O projeto deu a oportunidade a vários alunos de conviverem com uma grande diversidade de situações, que encontrariam futuramente na sociedade. Daí a importância de todas essas atividades, que transmitiram o conhecimento científico aos alunos, capacitando e ensinando os mesmos a compreender e a respeitar essas diferenças. Tudo isso possibilitou à maioria deles crescimento pessoal, humanização e um rico conhecimento adquirido também por meio da convivência e experiência.

Texto redigido por Roberto Gumieiro Junior, 15 anos – Ano letivo de 2016.

Houve também a matéria especial realizada  pela RPC TV Globo. Confira abaixo:

Aproveitamos o momento para agradecer especialmente à professora Ana Floripes e também a todos os envolvidos na execução das atividades do projeto Identidade vs Preconceito. Ele é inspirador! Esperamos que muitas crianças, adolescentes e suas famílias tenham a oportunidade de sentir o bem que a verdadeira inclusão escolar proporciona. Enfim, desejamos que seja cada dia mais comum vermos ações parecidas as que são desenvolvidas em nosso colégio e, sobretudo, que as atitudes de nossos estudantes sirvam de exemplo e motivação para caminharmos rumo ao processo de humanização. Sabemos que o futuro de nossa nação está diretamente ligado a eles e queremos que o preconceito seja apenas um dos assuntos a ser estudado, porém o que determinará se houve ou não aprendizagem, estará diretamente ligado aos comportamentos cotidianos. Temos clareza de que lutar contra o preconceito não é tarefa fácil e que o mesmo deve ser combatido diariamente com conhecimento científico e muita atitude positiva relacionada ao respeito.

Para finalizar, segue o vídeo com a apresentação da música: a moral, ética e lei, de autoria do professor Jhonatan Diogenes de Oliveira Alves. A mesma é resultado do trabalho sobre o conteúdo de Filosofia, a formação moral e ética. A querida estudante Maria Clara Morezzi da Silva participa de todas as atividades preparadas pelos professores. Agradecimentos aos estudantes do ensino médio e ao professor citado pela dedicação e amor a sua profissão. Muito obrigado!


Atualização

Movimento Pró-Capsi.

No ano de 2013 o Colégio Estadual Igléa Grollmann esteve entre as 20 melhores experiências no Prêmio Educador Nota 10 – Fundação Victor Civita – na categoria Gestão, com o projeto: Inclusão de alunos com transtornos globais do desenvolvimento.

O mesmo apresentou atividades curriculares, a limitação estrutural da área da saúde para atendimento e acompanhamento aos estudantes que apresentam transtornos mentais e a luta para implantação e implementação do Centro de Apoio Psicossocial infanto-juvenil no município de Cianorte.

Seguem links:

Prêmio Educador Nota 10

Saúde Mental – Igléa é um dos destaques em prêmio da América Latina

Inclusão educacional de estudante com transtornos globais do desenvolvimento no ensino regular

Governo recua e garante ao MP Inclusão de CAPS I no orçamento 

“Filhos do crack” e ritalina marcam o cenário da saúde mental em Cianorte

Rapaz passa fome e esta largado à própria sorte

Morre mãe de Deivid, o rapaz que passava fome em Cianorte

Deivid, o rapaz que passava fome é acolhido em Cruzeiro do Oeste

Família vive drama para cuidar de gêmeos com transtornos mentais

Casos de violência extrema chocam comunidade escolar

Surto em sala: Professora quer solução para problema crescente

Saúde Mental: Comissão quer lei e dotação orçamentária

Encontro – “Saúde Mental Infantojuvenil: um diálogo intersetorial”, com a participação da Professora Ana Floripes


Dia Internacional da Síndrome de Down

Autismo é tema de Atividade no Igléa

Projeto Para CAPS I segue para Brasília


Prêmio Gestão Escolar 2016

Ações do Colégio Igléa Grollmann são destaque no Paraná

Ações pedagógicas fortalecem identificação com a escola


 

Dia 06/10 foi o dia de a escola receber os queridos amigos do Rotary de Cianorte. Eles convidaram os estudantes para participar do evento Pedalando contra a Pólio, no dia 16 de outubro, com o objetivo de alertar a população sobre o perigo da Poliomielite, ou paralisia infantil, uma doença que está prestes a ser erradicada no mundo, graças a um trabalho que vem sendo realizado há décadas pelo Rotary Internacional. Mesmo a doença estando presente hoje em apenas três países, ela precisa ser combatida em todo o mundo, pois o vírus que a provoca se espalha muito rapidamente, por isso ainda é necessária a sua vacinação.


Depoimentos

“Agradeço a atenção da escola para com nossa filha, Maria Clara. Ela foi muito bem recebida e sentimos felicidade quando a deixamos no colégio. Temos consciência de suas limitações. Todavia, a escola proporciona muitas atividades pedagógicas que valoriza sua potencialidade. O evento foi uma lição de amor, principalmente de como tratarmos nossos filhos e demais pessoas, sejam estudantes, adultos etc. As atividades nos desperta o que temos de melhor em nós.” Jurandir Bernardino da Silva, pai da estudante Maria Clara, 19 anos, com diagnóstico de síndrome de Down, da turma 2ª Série, Lavoisier.

 

“O Brasil é um país de diversas culturas. Eu sei disso, porque vim do norte do Brasil. No início foi bem difícil para mim. Uma ideia nova. Um lugar totalmente novo. Antes de vir para a escola, fiquei pensando, como seria recebida por todos, por ser diferente, por ser de outro lugar, pela minha aparência e ao longo do tempo, eu pude perceber que havia sofrido à toa. Antes tinha receio de sofrer bullying. Ao chegar, uma das pessoas que mais me ajudou a me socializar foi a Rafaela. Ela me ajudou conhecer a escola, as pessoas, a cultura daqui, os costumes. Logo percebi que havia atividades específicas sobre respeito. O projeto Identidade vs preconceito é conhecido pelos estudantes. Ele devia ser aplicado em todas as escolas tanto públicas quanto particulares. O respeito é algo que aperfeiçoaremos durante nossa vida e deve ser ensinado desde pequeno na escola, para que nos tornemos grande homens e grande mulheres.” Jordana Morais Souza, 14 anos, da turma 8º Ano, Adélia Prado.

 

“O trabalho realizado no ano letivo de 2016 com as turmas que tem estudantes com diagnósticos de Transtornos de Espectro Autista foi extremamente satisfatório. Eles apresentaram um crescimento social e intelectual impressionante. Outro aspecto que não podemos deixar de registrar é com relação ao projeto Identidade vs Preconceito posto em prática abordando o tema bullying. Percebe-se a mudança de atitude com relação ao respeito. Estudantes que em outras salas enfrentavam constantemente situações de humilhação, nessas turmas, encontraram espaço para serem respeitados. As atividades do projeto estão presentes em todas as turmas do Colégio.” Professora Marli Gorla, disciplina de Língua Portuguesa.

 

“O projeto proporcionou-me uma ampla visão sobre o tema bullying, mesmo sabendo que acontece diariamente, não tinha a dimensão da gravidade das consequências sobre danos causados. Nós, estudantes de nossa turma, quando estávamos gravando, tentávamos entender as mensagens, sofri junto e confesso que senti a carência dessas crianças e adolescentes de serem ouvidos. O que mais me chamou a atenção foi a fala do estudante Andrei Vinicius Cano, de 13 anos, que falou algo muito importante, ou seja, sobre o papel da família na educação dos filhos.” Nayara Bueno Sóta, 16 anos, da turma 2ª Série, Lavoisier.

 

“Nunca houve no mundo dois fios de cabelos ou grãos iguais. A qualidade mais universal é a diversidade.” Monalisa Cristina Cândido Silva, 18 anos, da turma 2ª Série, Arquimedes.

 

“Eu estudo na turma 8º Ano, Adélia Prado e convivo com duas pessoas que têm diagnósticos de Transtornos do Espectro Autista. No começo, antes de serem aplicadas as atividades do projeto, ninguém incentivava muito eles conversarem, daí não progrediam e nós, de certa forma, também não. Hoje tudo é muito diferente! Eu acompanho um colega, o seu nome é Luan, desde o 5º Ano. Ele não se comunicava. Hoje tem vários amigos e vivemos muito bem.” Willyan Henrique Zuffa de Sales, 13 anos, da turma 8º Ano, Adélia Prado.

 

“O evento foi maravilhoso! Na verdade não temos palavras para descrevê-lo. O trabalho da professora Ana Floripes e demais professores e funcionários do Colégio foi um divisor de águas na vida de nosso filho. A melhora no aprendizado foi fantástica, além dos progressos na área da interação social que, praticamente não existia e sofríamos muito com isso, até porque também não sabíamos lidar com a situação.” Andréa Aparecida Piron de Oliveira, mãe do estudante Luan, 14 anos, com diagnóstico de Transtorno do Espectro Autista, da turma 8º Ano, turma Adélia Prado.

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mar 07

Colégio Igléa da ínicio ao ano letivo de 2016

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No dia 29 de Fevereiro de 2016, o Colégio Igléa deu ínicio ao ano letivo de 2016. Este ano um começo tardio das aulas deu-se devido a greve dos educadores de 2015. A nova diretora Luciana passou todas as informações no primeiro dia de aula ao alunos dos 3 períodos que somam juntos 25 turmas de Ensino Fundamental e Médio. Logo após todos os recados, os alunos seguiram para suas turmas e as aulas já foram inciadas.

Agradecemos ao Professor Marcos Trindade da disciplina de Química pelos registros fotográficos que vocês podem conferia abaixo do período matutino

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dez 27

Videos Colação de Grau Formandos 2015

 

 

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nov 20

Colégio Igléa comemora o dia da Consciência Negra com Concurso de Poesias

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No dia 14 de novembro de 2015, no anfiteatro da UNIPAR a comunidade escolar do Colégio Estadual Igléa Grollmann realizou uma manhã cultural que integra as atividades da Semana de Integração Escola Comunidade.

O Dia Nacional da Consciência Negra é celebrado, no Brasil, em 20 de novembro. A data foi escolhida por coincidir com o dia da morte de Zumbi dos Palmares, em 1695. Sendo assim, o Dia da Consciência Negra procura remeter à resistência do negro contra a escravidão de forma geral, desde o primeiro transporte de africanos para o solo brasileiro.

Ninguém nasce odiando uma pessoa pela cor da sua pele, ou por sua origem, ou sua religião. Para odiar, as pessoas precisam aprender, se elas aprendem a odiar, podem ser ensinadas a amar, pois o amor chega mais naturalmente ao coração humano do que o seu oposto. A bondade humana é uma chama que pode ser oculta, jamais extinta.

Nascemos para manifestar a glória do universo que está dentro de nós. Não está apenas em um de nós: está em todos nós. E conforme deixamos nossa luz própria brilhar, inconscientemente damos às outras pessoas a permissão de fazer o mesmo. E conforme nos liberamos de nosso medo, nossa presença, automaticamente, libera os outros. Nelson Mandela

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Grupo de dança “Uper”, da cidade de Cianorte. O grupo tem como objetivo principal difundir a cultura da dança por onde passa e também a cultura afro. O grupo Uper participa de competições nacionais sendo que da última que participaram, na cidade de Maringá, se destacaram em 1º lugar. Agora estão em busca de uma vaga para se apresentarem nos Estados Unidos.

“Incluir é viver a beleza da diversidade. É respeitar as nossas muitas diferenças. É superar limites e compreender nossas distintas realidades. Incluir é agir. Incluir é aprender hoje, amanhã e sempre a conviver com nossas incompletudes. Incluir é verbo/ação pela busca de irmos além da simples integração e aceitação: é movimento de inteireza, de inteira interação, de corpo, alma e sentimento. Incluir é aprender. Incluir é aprender a estar em processo dinâmico e permanente de busca, de aprimoramento, sabendo-se ser, toda hora, todo dia.

Em nosso colégio, trabalhamos com a riqueza da diversidade e neste dia também não foi diferente, em mais uma de nossas várias apresentações do dia, convidados a aluna Monalisa Cristina Candido Silva da 2º série Lavosier, Maria Clara Morezzi da Silva da 1ª série Tales de Mileto, Luana Sposo Batista do 8º ano José de Alencar, Maria de Paula Wolf da 2ª série Arquimedes e o aluno Mateus Augusto das Neves Lima da 3ª série Rene Descartes para uma apresentação de dança.

DSCN4192 IMG_4722O I Concurso de Poesia do Colégio Estadual Igléa Grollmann, teve como objetivo desenvolver o pensamento, a criatividade, a originalidade e o raciocínio dos estudantes, valorizando a produção de texto através da reflexão sobre o tema: “Basta de discriminação e preconceito”. Desta forma este trabalho também tem como finalidade auxiliar no combate ao racismo, ao preconceito e a todos os tipos de discriminações presentes no nosso cotidiano.  Todos os alunos do Colégio participaram do concurso e dentre as poesias realizadas foram selecionadas 16 poesias, que foram interpretadas. Foi uma tarefa difícil escolher os melhores, mas convidamos pessoas especiais, que fizeram suas análises referentes às interpretações das poesias. Conheça a comissão julgadora.

Jussara Aparecida Siqueira: Formada pela Fundação Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Jandaia do Sul, licenciada em Ciências com habilitação na disciplina de Biologia pela UEL – Universidade Estadual de Londrina. Pós graduada em Planejamento Escolar. Atuou como docente no Colégio Estadual Cianorte e no Colégio Est. Igléa Grollmann atuou como docente, secretária e apoio técnico e pedagógico a equipe diretiva.

Felippe Estevan Jacques: Professor, formado em História pela UEM-Universidade Estadual de Maringá. Especialista em História e Filosofia da Ciência na Universidade Estadual de Londrina – UEL. Atuou como docente na Escola Estadual Léo Kohler de Terra Boa e no Colégio Estadual Cianorte. Atualmente trabalha no Núcleo Regional de educação de Cianorte como técnico pedagógico responsável pela Equipe Multidisciplinar e também pelas disciplinas de História/Filosofia e Sociologia.

Margarida Jordão Volpato: Formada em Letras pela FAFIU – Faculdade de Filosofia Ciências e Letras de Umuarama. Especialista em Pedagogia Religiosa.  Mestre em Educação. Atuou como docente por 10 anos, e durante 20 anos trabalhou no Núcleo Regional de Educação de Cianorte onde foi idealizadora do Concurso Regional de Poesias.

Julita de Lima: Nasceu em Muzambinho, Minas Gerais. Aos 17 anos mudou-se para Cianorte no Paraná, onde mora até hoje.  Escritora e poetiza, com 3 livros publicados, todos direcionados a Educação Infantil. Em uma linguagem simples, seus livros trazem uma mensagem positiva e educativa ao público infantil.

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Comissão Julgadora

Premiação da Autoria da categoria A – Alunos de 6º e 7º anos

3º LUGAR
3º lugar A - Autoria - Caroline Dias Oste- 7ºEV - Prof. Marli

Autoria: Carolina Dias Oste – 7º Erico Veríssimo Título: Falta de Respeito Professora: Marli Gorla

2º LUGAR
2ª lugar A - autoria - Ana Paula Menotti - 6ºRR - prof. Fabiana

Título: Preconceito, Bullying, Racismo e Discriminação. Autoria: Ana Paula Menotti – 6º Ruth Rocha Professora: Fabiana Jorge Dalla Corte

1º LUGAR
1º lugar A - autoria - Lara Ruiz Regis - 6º RR - Prof. Fabiana

Autoria: Lara Ruiz Regis – 6º Ano Ruth Rocha Título: Fora Preconceito Professora: Fabiana Jorge Dalla Corte

Premiação da Autoria da categoria B – Alunos de 8º e 9º anos

3º LUGAR
3º Lugar B - Amanda Carolini M. da Silva - 8º ZG - Prof. Rafaela

Autoria: Amanda Carolini Marcomini da Silva – 8º Zélia Gattai Título: Luta Contra o Preconceito Professora: Rafaela Pátia Barbosa.

2º LUGAR

Autoria: Paola Carolina B. Ruiz – 9º Castro  Alves

Título: Orgulho de Ser Negro

Professora: Maria Regina Alves de Lima

1º LUGAR
1º lugar B autoria - Bruno Eduardo Nani Leal - 8ºAP e Prof. Marli Gorla

Autoria: Bruno Eduardo Nani Leal – 8º Adélia Prado Título: Preconceito Professora: Marli Gorla

Premiação da Autoria da categoria C – Alunos do Ensino Médio

3º LUGAR
3º Lugar C - autoria - Maria Wolf - 2º ARQ

Autoria: Maria de Paula Wolf – 2ª série Arquimedes Título: Preconceito é Crueldade! Professora: Maria Regina Alves de Lima

2º LUGAR
2º Lugar C- autoria - Aline Savan - 2º DW - prof. Bruno Ciavolella

Autoria: Aline Savan – 2ª série Darwin Título: Padrões de Vidro Professor: Bruno Ciavolella

1º LUGAR

Autoria: Roberto Gumiero Junior – 1ª série Tales de Mileto

Título: O Sujeito Segregado

Professora: Zelita Borges Martins


Premiação da Interpretação da categoria A – Alunos de 6º e 7º anos

3º LUGAR
3º Lugar - interpretação - Rafaella Yaga de Souza - 6ºRR

3º lugar: Rafaela Yaga de Souza – 6º RR

2º LUGAR
2ª lugar A - interpretação - Eduarda Tayssa Frois - 6ºRR - Prof. Fabiana

2º lugar: Eduarda Tayssa Frois – 6ºRR

1º LUGAR
1º lugar A - interpretação - Carolina Dias Oste - 7º EV - Prof. Marli

1º lugar: Caroline Dias Oste – 7º EV

Premiação da Interpretação da categoria B – Alunos de 8º e 9º anos

3º LUGAR
3º lugar - interpretação - Carolina Silva Garcia - 8º AP

3º lugar: Carolina Silva Garcia – 8º AP

2º LUGAR
2º lugar B - Interpretação - Bianca da Silva - 9ºEC

2º lugar: Bianca da Silva – 9ºEC

1º LUGAR
1º lugar  B interpretação - João Victor Fieri da Costa Junior - 9º FP - Prof. Rafaela

1º lugar: João Victor Fieri da Costa Junior – 9ºFP

 

Premiação da Interpretação da categoria C – Alunos do Ensino Médio

3º LUGAR
3º lugar C - interpretação - Camila Cristina Souza Sales - 2º ARQ

3ºlugar: Camila Cristina Souza Sales – 2ª ARQ

2º LUGAR
2º lugar C-  interpretação - Julia de Morais Guilherme - 1ª PL

2º lugar: Julia de Morais Guilherme – 1ª PL

1º LUGAR
1º lugar C - Interpretação - Bethania Silva de Souza - 1ª TM e professora Zelita e a autora Izabeli.

1º lugar: Bethânia Silva de Souza – 1ª TM

 

 


Tivemos a participação especial o professor Marcos Trindade Moreira, professor de Química e também músico. Cantando uma música de Wilson Simonal, Tributo a Martin Luther King. Martin Luther King, negro norte americano, seu maior mérito foi lutar, cada vez mais, pela igualdade das raças.

DSCN4243O aluno Breno Camargo de Moura do 6º ano Ziraldo deu um show tocando Flauta transversal.

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E o evento foi encerrado com um grande desfile apresentando a beleza negra de nossa escola. Com destaque para o Sr Antônio, Zélia e Marlene pessoas integrantes de nossa equipe de trabalho, confira abaixo em nossa galeria de fotos.

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EQUIPE MULTIDISCIPLINAR

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